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	<title>Arcanjo.org &#187; Carreira</title>
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	<description>Opinião sobre Tecnologia, Informática, Blogs, Carreira em TI e Vida Digital</description>
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		<title>A dura vida de um analista de campo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 10:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Arcanjo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[analista]]></category>
		<category><![CDATA[analista de campo]]></category>
		<category><![CDATA[analista de negÃ³cios]]></category>
		<category><![CDATA[analista de suporte]]></category>
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		<category><![CDATA[ERP]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando alguém entra na faculdade com o intuito de fazer uma graduação em TI, talvez não tenha idéia ainda do ramo que quer seguir. Na época que eu entrei, estava exatamente assim: sabia exatamente que gostaria de fazer algo relacionado à computadores, sem saber ainda qual área da tecnologia eu gostaria de ingressar. Felizmente, opções [...]<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/a-dura-vida-de-um-analista-de-campo/">A dura vida de um analista de campo</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando alguém entra na faculdade com o intuito de fazer uma <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:252705/tags:livros+informática" class="bbli">graduação em TI<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, talvez não tenha idéia ainda do ramo que quer seguir. Na época que eu entrei, estava exatamente assim: sabia exatamente que gostaria de fazer algo relacionado à computadores, sem saber ainda qual área da tecnologia eu gostaria de ingressar. Felizmente, opções não faltariam:</p>
<ul>
<li>Podia ser um <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:252705/tags:DBA" class="bbli">DBA<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> e passar a carreira otimizando os dados das empresas no <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:252705/tags:Banco+de+Dados" class="bbli">SGBDs<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> mais importantes do mercado, como <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:252705/tags:Oracle" class="bbli">Oracle<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> e <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:252705/tags:Microsoft+SQL+Server" class="bbli">Microsoft SQL Server<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>. </li>
<li>Podia ser um programador e ficar horas na frente de uma tela com muitos códigos a serem escritos ou escovados.</li>
<li>Podia ser um <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:252705/tags:Gerenciamento+de+projetos" class="bbli">Gerente de Projetos<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a> e seguir à frente de equipes gerenciando os recursos com meu título de <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:252705/tags:PMP" class="bbli">PMP<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>.</li>
<li>Podia ser quase tudo.</li>
</ul>
<p>Como já é de conhecimento, a área de informática tem muita coisa pra se fazer e especializar, e todas elas dependem de muito estudo. E pra falar a verdade, eu já fui um pouquinho de cada uma destas coisas, pois quem trabalha em uma empresa média/pequena com informática sabe que não dá pra fazer apenas uma tarefa, precisa vestir a camisa do super-homem e se virar pra voar.</p>
<p>Mas agora, a tal vida de analista de campo é dose! Porque ? Porque você junta todas estas habilidades citadas acima e multiplica por 2. Sim, porque você terá que, além de tudo, lidar com cliente como se fosse um vendedor, pois você estará representando o produto da sua empresa. Queira ou não, é assim.</p>
<p>Eu, meio que por acaso, acabei caindo nesta vida de analista de campo. Comecei na vida digital como estagiário em suporte de um provedor de internet (até hoje não contei a história aqui, porém tarde mas não falhará), depois como técnico de infra em uma empresa partner <a href="http://boo-box.com/link/aff:submarinoid/uid:252705/tags:Microsoft" class="bbli">Microsoft<img src="http://boo-box.com/bbli" alt="[bb]" class="bbic" /></a>, depois como analista (não na carteira, claro) em uma empresa prestadora de serviço para uma siderúrgica e por fim, como analista de campo (ou <strong>analista de negócios</strong> ou <strong>analista de suporte em campo</strong>).</p>
<p>Bom, e o que diferencia o analista de suporte do analista de campo ? Como o nome já diz, o analista de campo vai ao cliente, onde quer que ele esteja. E é aí que entra uma das grandes desvantagens: Trabalhar viajando.</p>
<p>Como sempre, você me questiona: Tá louco ? Trabalhar viajando deve ser o maior barato. Daria tudo para trabalhar em um local onde eu fique viajando, conheça várias cidades, várias pessoas.</p>
<p>Bom, vamos por partes então. Porque eu digo que é uma desvantagem (ou melhor, existem mais desvantagens que vantagens)?</p>
<p><a href="http://flickr.com/photos/kjpmpix/1967162664/"><img src='http://arcanjo.org/wp-content/uploads/2008/02/na_estrada.jpg' alt='Na estrada o bicho pega!'/></a><br />
<small>Na estrada, à noite, o bicho pega!</small></p>
<p>Trabalhar viajando é ruim pelo fato de que você nunca sabe onde estará na semana que vem. Sendo assim, você não pode se programar pra nada com uma semana de antecedência. E se você se programar, já sabendo que na semana que vem estará em um cliente na mesma região que a sua, esta agenda pode mudar. E outra: para chegar no cliente, você precisará se deslocar de alguma forma, seja carro ou ônibus (avião é só para casos extremos e empresas maiores). O tempo que você perde neste percurso é muito grande, o que atrapalha o seu desempenho e praticamente mata dois dias da sua agenda, um da ida e outro da volta, mesmo que o percurso seja perto, você chega cansado de dirigir ou ficar encolhido na cadeira do ônibus, chegando no cliente todo amarrotado e quase com vontade de já voltar. </p>
<p>Sem contar que, neste ponto de viagens, quem trabalha ganhando por hora tem um prejuízo muito grande, principalmente se for de ônibus.</p>
<p>Conhecer várias cidades ? Relativo. Você conhece no máximo a empresa e o hotel em que tu fica. Pensa comigo: você trabalha de 8 as 18 no cliente, quando não precisa fazer hora extra. Depois, mais 30 minutos para chegar e se acomodar no hotel, tomar um banho. Depois, você terá que fazer tudo que não pôde fazer durante o dia, que é responder emails, fazer o relatório de atividades, etc. Nisto, quando você vê já é quase 21:30. Para quem tem atividades complementares, como eu (blogueiro), quando se assusta o relógio já bateu nas 23:30. Que horas você queria conhecer a cidade ? Não, balada não rola, visto que o trabalho no outro dia vai ser puxado. É, esquece, da próxima vez você conhece a cidade.</p>
<p>Fazer amizade com várias pessoas também é relativo. O que acontece é que você encontra com gente que você não tem certeza se vai ver de novo, talvez pra sempre. É muito perecível, não dá tempo de se fazer um amigo. Você realmente conhece muitas pessoas, porém, praticamente convive com ela naquele tempo e na próxima semana já tem uma leva de novos seres humanos para gravar o nome. Para quem tem a memória ruim como a minha, é um prato cheio pra não conseguir apegar. Porém, a grande vantagem é o contato que pode render. Já que não rende amizade, pode render contatos profissionais muito valiosos, que irão lhe ajudar em caso de uma possível troca de emprego no futuro.</p>
<p>A parte boa da história é que você aprende MUITO. Esta história de cada semana em um local você aprende a cultura de várias empresas, como tem empresa bem organizada, mal organizada, chefe gente boa, gerente mal-humorado. E isto faz você ter que desenvolver um jogo de cintura fora do comum, o que tornará você uma pessoa mais maleável para tratar as situações do dia-a-dia empresarial. </p>
<p>Outra vantagem é que nem sempre você sabe tudo, porém é OBRIGADO a correr atrás pra aprender e, na maioria das vezes, ainda ensinar, tendo que tendo que aprimorar seu jogo de cintura mais uma vez.</p>
<p>Estes são apenas alguns fatores que influenciam na carreira do Analista de Campo. Espero que este artigo sirva como uma pequena ajuda para quem está tentando se decidir sobre o que seguir em TI.</p>
<p>Abraços a todos.</p>

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<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/a-dura-vida-de-um-analista-de-campo/">A dura vida de um analista de campo</a></p>
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		<title>Os cuidados em uma migração de sistemas</title>
		<link>http://arcanjo.org/os-cuidados-em-uma-migracao-de-sistemas/</link>
		<comments>http://arcanjo.org/os-cuidados-em-uma-migracao-de-sistemas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2007 16:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Arcanjo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Welcome to IT CASTLE ! Quem é analista de sistemas como eu, mais cedo ou mais tarde passará por um processo de migração de sistemas ou aplicativos, seja esta migração de grande ou pequeno porte. Até mesmo quem é um usuário comum de alguns softwares (só pra citar dois exemplos, Internet Explorer e Mozilla Firefox). [...]<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/os-cuidados-em-uma-migracao-de-sistemas/">Os cuidados em uma migração de sistemas</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/osde-info/2054077255/" title="Cuidado com o IT Castle"></p>
<p style="text-align: center"><img src="http://arcanjo.org/wp-content/uploads/2007/12/it_castle.jpg" alt="Cuidado com o IT Castle" hspace="2" vspace="2" /></p>
<p></a></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-style: italic"> Welcome to IT CASTLE !</span></p>
<p>Quem é analista de sistemas como eu, mais cedo ou mais tarde passará por um processo de migração de sistemas ou aplicativos, seja esta migração de grande ou pequeno porte.</p>
<p>Até mesmo quem é um usuário comum de alguns softwares (só pra citar dois exemplos, Internet Explorer e Mozilla Firefox). Porém, esta migração é praticamente toda automática e dificilmente é traumática, diferente do que pode ocorrer em uma conversão de sistemas de grande porte, como os sistemas ERP (<a href="http://www.microsiga.com.br">Microsiga Protheus</a>, <a href="http://www12.sap.com/brazil/index.epx">SAP/R3</a>, <a href="http://www.rm.com.br">Corpore RM</a>, etc), mudança de plataforma (Windows x Linux) e softwares de banco de dados (Oracle x MS SQL Server).</p>
<p>Em minha carreira nesta área de sistemas já passei algumas vezes por processos de migração. Então, compartilhando esta minha experiência, seguem abaixo algumas dicas (e alguns <em>causos</em> que já passei) para que o processo seja menos traumático possível.</p>
<h3><strong>Levantamento de Informações</strong></h3>
<p>Acredite, esta é a parte mais importante do seu projeto. Muitas migrações tiveram que ser abortadas antes de chegar ao fim porque só depois de iniciado o processo é que foram ver que tudo que se tinha em mente não era bem assim, que o buraco era mais embaixo. Nesta hora não existe espaço pra lamentar, porque o dinheiro já foi gasto e o chefe já está de chicote na mão procurando os responsáveis.</p>
<p>Então, para que isto não aconteça com você, pesquise bem antes de fazer uma migração e levante algumas questões, como:</p>
<p>- Esta migração vai ser útil ? Vai trazer algum valor ao que eu já faço hoje no sistema &#8220;antigo&#8221; ?<br />
- Meu servidor aguenta ? E minhas estações, vão suportar ?<br />
- A nova versão já está madura o suficiente para que eu não seja o cobaia a testar e sofrer com os erros primários ?<br />
- Existe algum caso de incompatibilidade já conhecida deste software com algum outro aplicativo ou até mesmo o Sistema Operacional que eu uso ?</p>
<p>Obviamente existem várias outras questões a serem abordadas. E tudo precisa ser feito aqui nesta fase de levantamento, que é onde o custo ainda é mínimo e o impacto, se acontecer algo errado, será quase nulo.</p>
<h3><strong>Documente</strong></h3>
<p>Planeje como vai ser a migração, como você prevê que as coisas acontecerão. Troque opiniões com os colegas de setor, formalize e peça para os gerentes assinarem.</p>
<p>Documente tudo o que você encontrou na fase de levantamento. Se algo ocorrer errado no meio do processo, sempre vão querer achar uma pessoa para assumir a culpa (mesmo que isto não resolva em nada o problema). Se você estiver bem embasado no que fez e seguiu os procedimentos dos fabricantes, poderá se safar desta.</p>
<p>Veja bem, não estou falando para você fugir da responsabilidade, ok ? Isto não deve acontecer nunca. Porém se você fez todo o processo e, por razões até então desconhecidas, algo deu errado, você terá argumentos. Se não tiver nada escrito provando, prepare-se para ouvir a ladainha.</p>
<p>Já teve caso de ter vindo um gerente de outra área &#8220;conversar&#8221; comigo num tom não muito amigável, questionando os caminhos que foram tomados para certa atividade. Eu, com documento na mão assinado por um superior dele, dando carta branca para as atitudes a serem tomadas no projeto, apenas apresentei ao mesmo que ficou com cara de taxo e saiu resmungando algumas palavras sujas. Imagina se eu não tô com um documento deste na mão ?</p>
<h3><strong>Faça Backup</strong></h3>
<p>FAÇA BACKUP ! FAÇA BACKUP ! FAÇA BACKUP ! Sempre tenha um backup em mãos. Isto pode salvar muitas vidas. É sério !</p>
<p>Antes de começar o procedimento, faça cópia de tudo. TUDO MESMO ! Banco de dados, pasta dos aplicativos, executáveis, TUDO ! De preferência em duas cópias, porque backup é mestre pra não funcionar quando você mais precisa dele.</p>
<p>E não adianta comprar um CDzinho vagabundo na esquina. Ouça: NÃO ECONOMIZE neste ponto ! Os dados que você pode perder são de valores incalculáveis.</p>
<p>E não vale também fazer backup e guardar dentro da própria máquina. Os motivos eu não preciso nem explicar porque, né ?</p>
<h3><strong>Monte uma base de testes</strong></h3>
<p>Claro que você não vai querer dar uma de herói e fazer a migração em plena base oficial (ambiente de produção), não é mesmo ? Então, simule tudo em um ambiente o mais fiel possível do real. Se for um ERP, Crie um banco de dados de teste, use os executáveis que estão em produção. Assim você terá como corrigir alguns erros (quiçá todos) que irão ocorrer na sua migração oficial, antes mesmo que ela ocorra, diminuindo assim o tempo em que a empresa ficará sem utilizar o sistema.</p>
<h3><strong>Validação com o Usuário</strong></h3>
<p>Depois da migração feita em base teste, sem erros (aparentes para você), tudo está pronto né ? Não, não está.</p>
<p>Quem vai usar o sistema ? O usuário. Então, quem melhor que este para falar se está tudo certinho ou se está faltando uma coisinha aqui e outra acolá ? Então, bote seu querido usuário pra validar o sistema. E tenha em mente: Ele vai chiar. Isto é certo como 2 + 2 são 5. Porém, você terá o respaldo da gerência para fazer isto. O que ? Você não pensou em nada documentado pela gerência ? Volte lá no segundo tópico então.</p>
<p>Quanto aos testes, não adianta o usuário abrir o sistema e falar &#8220;Pronto, testei, tá tudo funcionando!&#8221; (Acredite, isto acontece). Na maioria das vezes, você vai ter que colocar alguém do lado dele para ir observando os testes. Experiência própria.</p>
<p>Dia destes pedi à um usuário do setor de pessoal para testar um sistema depois de eu ter feito a migração. E eu, esperando só o teste dele pra fazer o processo na base oficial. Quatro horas depois, verifiquei, pelo servidor, que ele não estava fazendo nada. Ele tinha simplesmente aberto a tela inicial do sistema e deixado lá parado, achando que ia enganar alguém mostrando que ele estava no sistema. Fui até a sala dele e perguntei: &#8220;E aí ? Você já testou o sistema e eu já posso fazer já na base oficial, né ?&#8221;. Ele ainda não tinha nem começado. Disse que só entrou no sistema e achou tudo diferente, que precisaria fazer um treinamento. O diferente dele é que os ícones haviam mudado de lugar com a nova interface do sistema. Mudei o tema pra ficar o mais parecido possível com o antigo e sentei ao seu lado. Feito isto, ele testou. A cada rotina que ele rodava, perguntava se tinha mais alguma por fazer. E eu só falando &#8220;E as férias ? Já calculou Décimo terceiro ? E recisão de algum funcionário, já fez ? O cálculo da folha tá saindo corretamente né ?&#8221;.</p>
<p>Aí você me diz &#8220;Mas Rafael, o usuário já assinou o documento, <strike>o ferro já vai entrar no dele</strike> a responsabilidade já foi assumida pelo teste. Pra que eu vou ficar do lado do cara?&#8221;. Pelo simples motivo de que você é o maior beneficiário deste ponto. Pense comigo: quanto mais erros você detectar nesta fase, melhor. Sendo assim, estes erros serão corrigidos na base oficial e quando for feita a migração de verdade não vão mais acontecer. E você deve saber que um erro numa base de produção, com todo mundo parado esperando você corrigir não é uma coisa das mais agradáveis.</p>
<h3><strong>Migração no ambiente oficial</strong></h3>
<p>Validado na base de testes, hora de fazer a migração no ambiente oficial. Muita calma nesta hora. Procure aprender com os erros cometidos na migração em base teste e mão na massa.</p>
<h3><strong>Validação com os usuários e assinatura do Aceite</strong></h3>
<p>Tudo ocorreu à contento ? Pois bem, hora de colocar os usuários pra validar denovo. E sim, eles vão chiar novamente &#8220;Denovo ? eu tenho que fazer isto, isto, isto e aquilo aqui no departamento, estou sem tempo, blábláblá&#8221;. Quando acontece isto comigo, peço para reclamar com o chefe e não comigo, porque sou também um funcionário tão comum quanto ele. Claro que você não precisa ser mal educado, porém a verdade é esta mesmo.</p>
<p>A mesma historinha da validação em base teste. Peça para simularem tudo e depois assinarem o documento falando que tá tudo <strike>dominado</strike> validado.</p>
<p>Sistema testado pelos usuários, erros sanados, agora é correr pro abraço e felicidade total !?!?! Não necessariamente. Sempre ocorre um errinho ou outro pra ser corrigido. Porém, se as dicas acima forem seguidas, você conseguiu sanar muitas delas e terá algumas horas à mais de sono.</p>
<p>PS: Obrigado ao <a href="http://www.guravehaato.info/">Graveheart</a> pelas sugestões dadas no texto.</p>
<p>[tags] tecnologia, migração, upgrade, sistemas, erp, microsiga, sap, protheus, rm, corpore, analista, ti, sysadmin [/tags]</p>

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<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/os-cuidados-em-uma-migracao-de-sistemas/">Os cuidados em uma migração de sistemas</a></p>
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		<title>RJ, IPhone, Drops, Gestão de Projetos, Praia e Afins</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Sep 2007 20:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Arcanjo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[ERP]]></category>
		<category><![CDATA[Geek/Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Estive no Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, nos dias 26 e 27 de Setembro de 2007 (caramba, como o ano está passando rápido mais uma vez), para um treinamento de uma ferramenta Microsiga em Gestão de Projetos, o SIGAPMS. O treinamento seria na própria Microsiga, filial Rio (SIGARIO), que fica em Botafogo. Saí daqui as [...]<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/rj-iphone-drops-gestao-de-projetos-praia-e-afins/">RJ, IPhone, Drops, Gestão de Projetos, Praia e Afins</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://arcanjo.org/imagens/paodeacucar.jpg" alt="Pão de Açucar e Morro da Urca no Rio" /></p>
<p>Estive no Rio de Janeiro, cidade maravilhosa, nos dias 26 e 27 de Setembro de 2007 (caramba, como o ano está passando rápido mais uma vez), para um treinamento de uma ferramenta Microsiga em Gestão de Projetos, o SIGAPMS. O treinamento seria na própria Microsiga, <a href="http://www.wikimapia.org/#lat=-22.942304&amp;lon=-43.181629&amp;z=18&amp;l=9&amp;m=a&amp;v=2&amp;show=/1659864/" title="Veja o local privilegiado da Microsiga - Rio de Janeiro no Wikimapia">filial Rio (SIGARIO), que fica em Botafogo</a>.</p>
<p>Saí daqui as 20:40 de terça-feira, de ônibus, e cheguei na rodoviária do Rio as 5:30 de quarta-feira, algumas horinhas antes de pegar o treinamento, que começaria às 9:00. Fui de táxi para o hotel no Flamengo (muito ruim o hotel, aliás) e dormi uma horinha antes de ir para Botafogo.</p>
<p>O treinamento foi bacana, deu para abrir a mente com relação a algumas coisas legais sobre projetos com os companheiros de treinamento, como tipos de detalhamento, fases do projeto, custos e dificuldades com orçamento e prazos, principalmente em projetos de informática. Fiz colegas e bastante contatos. <a href="http://ogerente.com/congestionado/2007/02/22/networking-e-politicagem-sao-completamente-diferentes/">Networking é sempre importante</a>.</p>
<p>O mais interessante do RJ é que, apesar de ser uma capital tumultuada no trânsito, como todas as outras, o visual é (quase) sempre muito bonito. Daí pude comprovar, <em>in loco</em>, o termo cidade maravilhosa. <a href="http://www.flickr.com/photos/arcanj0/sets/72157602194286793/">Tirei várias fotos e coloquei no meu Flickr</a>, quem quiser, basta visitar. Mas, claro que nem tudo são flores. A gente vê muita coisa ruim e fica meio com medo (talvez por ter saído de uma cidade pequena para uma gigante). Porém, não só quem mora fora como quem mora no olho do furacão também reclama, vide enquete feita pela Veri do <a href="http://www.geekchic.com.br">GeekChic</a> no seu blog <a href="http://30ealguns.com.br/">30&amp;Alguns</a> sobre as <a href="http://30ealguns.com.br/?p=425">7 desMaravilhas do Rio</a>.</p>
<p>Antes de viajar, fiz contato com o Nick Ellis do Digital Drops para saber se seria possível que nos encontrássemos, visto que é um cara que admiro e sabia que morava no RJ. Ele foi muito receptivo e me passou os telefones para contato. Fiz o contato no dia 26 e combinamos de ir no Leblon, onde ele mora (e muito perto de onde foi aquele <a href="http://www.contraditorium.com/2007/07/27/1%C2%BA-encontro-carioca-do-movimento-bls/">tal encontro BLS</a>), num barzinho chamado Bracarense. Bacana demais o lugar, fenomenal a pessoa que é Nick Ellis (que na verdade tem um nome totalmente diferente deste aí. Perguntem a ele). Conversamos por umas 3 horas e ele conheceu o que chamou de o primeiro mineiro que não bebe uma cachaça :P</p>
<p>Conversamos sobre o <a href="http://barcamp.blaz.com.br/rio">BarCamp RJ</a>, que talvez irei, sobre o <a href="http://barcamp.blaz.com.br/blogcamp-mg">BlogCamp MG</a> que também está por vir e neste eu vou concerteza, sobre nossos blogs (evidentemente) e sobre o I-Phone. Neste último, o Homem-Gadgets conseguiu plantar uma sementinha de vontade na minha cabeça para ter este danado. Ele falou tão bem do aparelho que acabei começando a saga por quem pode trazer este bendito pra mim dos EUA por um preço camarada. Quem ficou triste e viu suas ações despencarem foi a Nokia, que perdeu um futuro-possível cliente para o seu <a href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2006/09/nokia_n95_com_wifi_e_camera_de.html">N-95</a>. De lá mesmo, do Bracarense, postamos nos nossos Twitter&#8217;s via um HTC Touch que ele estava portando, conectado via edge.</p>
<p>Neste mesmo encontro a Veri e o Cardoso não puderam vir, pois tinham outros compromissos, mas foi extremamente gratificante conhecer uma pessoa como o Nick, que é super animado, simples e um geek, assim como eu. Ser blogueiro é isto, é ter contatos em tudo quanto é lugar que se vá. Como diria minha namorada, vai ter contato assim lá longe, literalmente.</p>
<p>E para finalizar, nada melhor que, antes do treinamento de quinta, acordar cedo e ir pra praia, ver o mar, sentir a água batendo nos pés. Como bom mineiro eu disse: Ê trem bão, sô!</p>
<p>[tags] projetos, i-phone, Rio, blogosfera, blogs, amizade, gestão, blogcamp, barcamp [/tags]</p>

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		<title>Comentários sobre o post Ensinamentos do Sensei Miyagi</title>
		<link>http://arcanjo.org/comentarios-sobre-o-post-ensinamentos-do-sensei-miyagi/</link>
		<comments>http://arcanjo.org/comentarios-sobre-o-post-ensinamentos-do-sensei-miyagi/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 11:52:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Arcanjo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Este texto refere-se ao post Ensinamentos do Sensei Miyagi publicado anteriormente. Se você não leu, clique aqui para não ficar perdido. O texto cedido por um amigo, Caco Albuquerque, ao contrário do que possa parecer é real. Ela esfrega na nossa cara uma coisa que as vezes nós vemos e deixamos passar batido, principalmente aos [...]<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/comentarios-sobre-o-post-ensinamentos-do-sensei-miyagi/">Comentários sobre o post Ensinamentos do Sensei Miyagi</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Este texto refere-se ao post <a href="http://arcanjo.org/ensinamentos-do-sensei-miyagi/">Ensinamentos do Sensei Miyagi</a> publicado anteriormente. Se você não leu, clique <a href="http://arcanjo.org/ensinamentos-do-sensei-miyagi/">aqui</a> para não ficar perdido.</em></p>
<p>O texto cedido por um amigo, Caco Albuquerque, ao contrário do que possa parecer é real. Ela esfrega na nossa cara uma coisa que as vezes nós vemos e  deixamos passar batido, principalmente aos olhos dos administradores de empresas: A vida de um administrador de sistemas não é fácil. É um mundo louco, cercado de tecnologias novas surgindo a cada dia e cercado de pessoas do tipo citado na história.</p>
<p>O administrador de sistemas é uma pessoa que não pode se prender apenas na parte técnica, pois precisa responder diretamente à algum cargo de chefia, visto que hoje o setor de TI é vital nas empresas e por isto tem uma posição privilegiada na hierarquia organizacional. Ou seja, ser um System Admin (ou SysOp, como diziam nas antigas) é saber unir a tecnologia com o conhecimento empresarial, é saber quando e de que forma a tecnologia pode ajudar uma empresa a ganhar dinheiro, economizar recursos e esforços, conseguindo ainda otimizar seu processo.</p>
<p>E neste caminho da TI está o usuário. É inevitável, pois os sistemas e os computadores, por mais sofisticados que sejam, são burros de dar dó. Precisa de alguém que os opere. Alguém que saiba pelo menos ler o que tem em seu monitor e interpretar isto, seja em uma caixa de mensagem ou um manual. Porém, o que acontece hoje, vendo nas empresas por onde eu presto consultoria é diferente disto. Falo com conhecimento de causa, visto que trabalhei como Administrador de Sistemas &amp; Redes por um bom tempo, além de ter trabalhado como suporte em um provedor de internet (depois conto esta história com mais calma) e em uma empresa de tecnologia de redes. Hoje, trabalho em uma Software-House implantando sistemas e vejo o mesmíssimo cenário que via a 4 anos atrás, quando comecei no provedor. Aliás, antes disto eu já me arriscava a fazer algumas coisinha com informática e percebia esta dificuldade: falta qualidade no receptor, na mão de obra que as empresas contratam hoje.</p>
<p>Esta pessoa, o usuário, não precisa saber como dar manutenção em um computador ou resolver todos os problemas com as máquinas, mesmo porque o pessoal de TI estudou para isto e tem um conhecimento maior, impossível comparar (pelo menos, teoricamente). Porém os melhores profissionais que eu já conheci (em outras áreas que não a informática) tem estas duas qualidades em comum que são essenciais: Iniciativa e Capacidade de interpretação. Com estas habilidades (não são DONS e qualquer um pode adquirir, basta querer), é possível desafogar o setor de TI para cuidar dos outros usuários menos capazes e ainda agilizar suas tarefas, visto que não precisará alguém da informática ir até sua mesa para clicar em um botão de &#8220;OK&#8221;.</p>
<p>Quem precisa conhecer de informática? Quem trabalha com informática. Da mesma forma que quem precisa dar orientações sobre a parte contábil de uma empresa é são os contadores e sobre veículos é o mecânico. Entretando isto não tira minha responsabilidade como motorista de procurar me informar sobre meu carro, pois ele pode dar algum problema e me deixar na mão. Também não tira minha responsabilidade como Administrador de empresas de procurar saber sobre contabilidade para ter o que questionar ao meu contador.</p>
<p>Assim deveria ser com o usuário. Este deveria saber um pouco mais sobre, ao menos interpretação de texto (ok, se estiver em inglês tem um desconto) para que possa saber o que se passa e não dar uma de UMMERDA1 e entregar o pessoal de TI nas garras do Diabo.</p>
<p>[tags] miyagi, tecnologia, carreira, ti, empresas, usuários, organograma, bi, contabilidade, consultoria [/tags]</p>

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<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/comentarios-sobre-o-post-ensinamentos-do-sensei-miyagi/">Comentários sobre o post Ensinamentos do Sensei Miyagi</a></p>
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		<title>Hotéis x Internet &#8211; Parte 2: Nem tudo está perdido</title>
		<link>http://arcanjo.org/hoteis-x-internet-parte-2-nem-tudo-esta-perdido/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2007 08:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Arcanjo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Thunderbird]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Como dito no post anterior sobre Hotéis x Internet &#8211; Parte 1: A difícil combinação, este post visa expor algumas das soluções que eu adotei para não ficar totalmente inutilizado enquanto levo uma vida offline. Emails Utilizo o Thunderbird como meu cliente de e-mails. Quando tenho disponibilidade de conexão, baixo todas as mensagens e leio [...]<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/hoteis-x-internet-parte-2-nem-tudo-esta-perdido/">Hotéis x Internet &#8211; Parte 2: Nem tudo está perdido</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como dito no post anterior sobre  <a href="http://arcanjo.org/hoteis-x-internet-parte-1-a-dificil-combinacao/">Hotéis x Internet &#8211; Parte 1: A difícil combinação</a>, este post visa expor algumas das soluções que eu adotei para não ficar totalmente inutilizado enquanto levo uma vida offline.</p>
<h2>Emails</h2>
<p>Utilizo o <a href="http://www.googlediscovery.com/2007/03/29/conheca-as-novidades-do-mozilla-thunderbird-20/">Thunderbird</a> como meu cliente de e-mails. Quando tenho disponibilidade de conexão, baixo todas as mensagens e leio offline. Para enviar os emails, escrevo a mensagem e deixo na caixa de saída para ser enviada futuramente, pois na próxima vez que o Thunderbird for iniciado ele vai me falar que tem mensagens na caixa de saída e perguntará se eu quero enviá-las. Atencioso, não?</p>
<p><em><strong>DICA DO DIA</strong>: para colocar as mensagens na caixa de saída do Thunderbird, basta usar a combinação de teclas CONTROL + SHIFT + ENTER. Se quiser enviar o e-mail na hora, basta apertar apenas CONTROL + ENTER.</em></p>
<p>Assim, mesmo não estando online, também não fico totalmente off e atrasado com os emails mais importantes.</p>
<h2>Feeds</h2>
<p>As notícias são parte integrante da vida digital. Os feeds são a fonte de quase toda informação que eu consumo. Com base nesta premissa, fui obrigado a deixar de lado o eficiente <a href="http://reader.google.com">Google Reader</a> para usar um leitor de feeds Offline, o <a href="http://www.curiostudio.com/">Great News</a>, que é acionado da mesma maneira que o Thunderbird: tão logo eu tenha uma conexao, abro o Great News com os feeds importados do <a href="http://reader.google.com">GReader</a> e deixo baixando as últimas notícias para poder usufruir do conteúdo offline, coisa que seria impossível com um agregador online. O problema que tenho encontrado neste ponto é que as notícias não vem com a imagem, visto que quando eu abro o agregador offline, o caminho natural seria ele buscar a imagem no endereço real, http://blablablabla.jpg . O resultado é que como não tenho internet, sou obrigado a conviver com aquele &#8220;X vermelho&#8221; no meio das minhas informações, o que causa um grande transtorno, visto que em muitos dos casos, a imagem é ponto chave para entender o texto. Se alguém tiver uma solução para este caso, é muito bem vinda.</p>
<p>Ps: Estou testando o <a href="http://www.snarfware.com/">Snarfer</a> e apresenta o mesmo problema das imagens no GreatNews, com a vantagem deste último conseguir exibir os vídeos do YouTube.</p>
<h2>Manutenção do blog</h2>
<p>Eis uma parte complicada. Até onde tenho conhecimento, a única coisa que se pode fazer estando offline é escrever artigos para ser postados depois (que é o que estou fazendo agora). Uma solução para a escrita offline dos seus artigos é o <a href="http://sarmento.org/janio/viva-o-zoundry/">Zoundry</a>. Porém, eu não gostei muito e uso o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Notepad">notepad-velho-de-guerra</a> mesmo. Escrevo, quando estou online coloco no WordPress, ou agendo, se for o caso (como foi este, escrito dia 17/04/2007).</p>
<p>Estas são algumas das formas que utilizo para tentar amenizar um pouco a falta de conexão nas viagens que preciso fazer. Talvez seja útil para mais alguém, então resolvi compartilhar.</p>
<p>A realidade poderia ser bem diferente, se tivessemos alguns fatores que facilitassem a nossa vida, como os citados no post anterior. Porém, algumas vezes a culpa não é só do administrador do hotel, que esbarra nos altos preços cobrados pelas Teles por conexão dedicada em locais em que não há disponibilidade de ADSL, por exemplo.</p>
<p>[tags] hotéis,  hotel,  internet,  conexão,  wireless,  discada,  minas gerais,  mg,  Juiz de Fora,  Governador Valadares,  Vale do Aço,  Belo Horizonte, thunderbird, emails, feeds, blog [/tags]</p>

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<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/hoteis-x-internet-parte-2-nem-tudo-esta-perdido/">Hotéis x Internet &#8211; Parte 2: Nem tudo está perdido</a></p>
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		<title>Hotéis x Internet &#8211; Parte 1: A difícil combinação</title>
		<link>http://arcanjo.org/hoteis-x-internet-parte-1-a-dificil-combinacao/</link>
		<comments>http://arcanjo.org/hoteis-x-internet-parte-1-a-dificil-combinacao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 11:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Arcanjo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Como alguns podem ter percebido, a freqüência de postagens aqui diminuiu consideravelmente. Isto se deve ao fato de estar trabalhando hoje como Analista de Implantação em uma empresa nacional de software. Assim, tenho passado uma parte do meu tempo viajando e atendendo clientes fora da minha região. Junte este fato ao de que a grande [...]<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/hoteis-x-internet-parte-1-a-dificil-combinacao/">Hotéis x Internet &#8211; Parte 1: A difícil combinação</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como alguns podem ter percebido, a freqüência de postagens aqui diminuiu consideravelmente. Isto se deve ao fato de estar trabalhando hoje como Analista de Implantação em uma empresa nacional de software. Assim, tenho passado uma parte do meu tempo viajando e atendendo clientes fora da minha região.</p>
<p>Junte este fato ao de que a grande maioria dos hotéis em que tenho ficado hospedado NÃO ESTÁ PREPARADA para atender profissionais de tecnologia. Quando menciono estes profissionais, me refiro à pessoas que precisam de uma conexão com a internet para :</p>
<ul>
<li>enviar e ler e-mails, acompanhar as listas de discussão, etc;</li>
<li>adiantar um trabalho pela noite fazendo alguma pesquisa na internet;</li>
<li>ler os feeds e ficar por dentro do que está acontecendo no mundo real e digital, este passo servindo também para o ponto seguinte, que é&#8230;;</li>
<li>fazer a manutenção do seu blog, escrevendo seus posts, pesquisando links relevantes para o conteúdo, respondendo aos comentários (coisa que estou negligenciando demais aqui no blog, inclusive), otimizando seu banco de dados e acompanhando os ganhos e tendências, no caso dos blogueiros profissionais;</li>
<li>trocar informações com os contatos (conhecido também como jogar conversa fora), porque ninguém é de ferro.</li>
</ul>
<p>O que se encontra em grande parte da rede hoteleira de Minas Gerais (e que, creio eu, seja a realidade em outros centros) é a total falta de apoio por parte destes estabelecimentos. Pelo contrário, sempre arrumam um jeitinho de arrancar alguma moeda do seu bolso. E bota moeda nisto. </p>
<p>Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Belo_horizonte">Belo Horizonte</a>, quando fiquei no final de Dezembro/06 e início de Janeiro/07, o flat que eu estava hospedado tinha internet no quarto pelo &#8220;módica&#8221; quantia de R$ 10,00/Hora e R$ 7,00/30 minutos. Havia também 2 computadores &#8220;públicos&#8221; no hotel que poderiam ser utilizados, mas também era cobrada a taxa citada. O controle é feito através de um software que só libera o trafego de dados para a internet após se digitar um código, que vinha no cartão que você comprava. Eu, como não comprei o dito cujo, não sei como era feita a desconexão após findar o tempo. Neste caso, não vejo motivo para a cobrança, visto que a diária não era barata (mais de R$ 100,00) e tenho certeza que eles não pagam pela banda consumida, e sim um valor fixo pela velocidade/mês. Para que complicar a vida do cliente se é possível oferecer mais este diferencial para o hotel ? Estes empresários&#8230; O outro detalhe é que era possível acessar apenas de um lugar, visto que o cabo de rede era absurdamente pequeno, não era um ponto na parede onde se podia apenas mudar por um cabo maior, pois este já vinha embutido, e não havia uma tomada livre próximo ao local para que fosse colocado o notebook, no lugar da televisão.</p>
<p>Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Governador_Valadares">Governador Valadares</a>, nos 3 hotéis em que eu fiquei, nenhum deles tinha internet no quarto. Um, aliás, nem internet banda larga tinha, mesmo que para seus funcionários. Os outros dois possuiam internet, porém apenas em um computador público, o que é totalmente desconfortável. No quarto, apenas via conexão discada. E quem já ficou em hotel e precisou fazer uma ligação sabe o quanto é caro, mesmo que seja local.</p>
<p>Em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Juiz_de_Fora">Juiz de Fora</a>, finalmente um hotel com Internet no quarto. Com seu notebook, bastava ativar o serviço Wireless, encontrar a rede e digitar a senha. Voilá! Internet com uma velocidade muito boa, inclusive. Como foi bom poder andar com o notebook na sala e no quarto sem precisar de cabos. O nome do hotel é <a href="http://www.solarflathotel.com.br/">Solar Flat</a> e fica no centro da cidade. A impressão que eu tive foi que, como a cidade é realitivamente grande, seria mais fácil que os hotéis tivessem internet disponível para seus hóspedes. Porém, no outro hotel em que eu fiquei (inclusive, estou hospedado nele esta semana) também é um fiasco no quesito internet. Internet no quarto apenas discada a módicos R$ 0,10 por minúto (cálculo mental rápido: R$ 0,10 x 240 minutos x 5 dias hospedado = R$ 120,00 !!!). Usei um dia por extrema necessidade (tá bom, tá bom, confesso que o cara falou que não ia cobrar NAQUELE DIA e isto me incentivou :). O detalhe básico é que a velocidade máxima de conexão foi na casa dos 20.000 KBps. Haja Paciência.</p>
<p>Na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_do_A%C3%A7o">região do Vale do Aço (Coronel Fabriciano &#8211; Ipatinga &#8211; Timóteo)</a> creio que não seja diferente o cenário, porém não posso falar porque não fico em hotéis aqui nesta região, visto que é a &#8220;minha&#8221; região e posso usufruir de internet banda larga no conforto do meu quarto :)</p>
<p>No próximo post, vou colocar algumas das soluções que eu tenho utilizado para não ficar offline praticamente o dia inteiro, visto que durante o dia estou em atendimento a clientes e não dá pra ficar escrevendo post, lendo notícias e etc.</p>
<p>[tags] hotéis, hotel, internet, conexão, wireless, discada, minas gerais, mg, Juiz de Fora, Governador Valadares, Vale do Aço, Belo Horizonte [/tags]</p>

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<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/hoteis-x-internet-parte-1-a-dificil-combinacao/">Hotéis x Internet &#8211; Parte 1: A difícil combinação</a></p>
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		<title>Analise Jurídica da CLT Flex</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Feb 2007 19:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Arcanjo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[clt]]></category>
		<category><![CDATA[CLT Flex]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Juiz]]></category>
		<category><![CDATA[leis trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoa Juridica]]></category>
		<category><![CDATA[pj]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um post anterior, onde comparei os modelos de PJ e CLT, surgiu o assunto da CLT Flex, que não tinha sido abordado. O motivo de não ter comentado sobre tal forma de contratação foi devido ao quase total desconhecimento sobre o assunto. Ainda assim, fiquei pensando como faria esta abordagem de forma simples e [...]<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/analise-juridica-da-clt-flex/">Analise Jurídica da CLT Flex</a></p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um post anterior, onde comparei os modelos de <a href="http://arcanjo.org/clt-ou-pj" title="CLT ou PJ?">PJ e CLT</a>, surgiu o assunto da CLT Flex, que não tinha sido abordado. O motivo de não ter comentado sobre tal forma de contratação foi devido ao quase total desconhecimento sobre o assunto. Ainda assim, fiquei pensando como faria esta abordagem de forma simples e clara, para que os profissionais de TI tirem suas dúvidas.</p>
<p>Quando o assunto é trabalho e formas de contratação, a primeira coisa que me veio à cabeça são leis. E ninguem melhor que um <a href="http://direitoetrabalho.com" title="Direito e Trabalho">juiz de direito</a> para falar sobre a legalidade de tal contratação, a CLT Flex.</p>
<p>Como ele já havia abordado também o assunto <a href="http://direitoetrabalho.blogspot.com/2007/01/o-trabalhador-pessoa-juridica.html" title="O Trabalhador pessoa Jurídica">CLT x PJ</a>, respondendo ao meu artigo, pedi ajuda ao Jorge Araújo, Juiz de Direito Titular no Rio Grande do Sul. Minha admiração foi quando o mesmo disse não saber de nada oficial sobre a CLT Flex, de Flexível. Pesquisei no Google e achei algo, porém Jorge ficou de estudar sobre para fazer um post. Eis que o artigo que o Jorge fez está muito bom, então estou desisti da idéia de escrever um post e estou lhes indicando o dito-cujo, no link abaixo.</p>
<p><a href="http://direitoetrabalho.com/2007/02/clt-pj-e-agora-clt-flex/">CLT, PJ e agora CLT Flex…</a></p>
<p>Vale a pena conferir, principalmente comentar, pois foi nos comentários do meu <a href="http://arcanjo.org/clt-ou-pj">artigo CLT x PJ</a> que as coisas ficaram mais interessantes.</p>

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<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/analise-juridica-da-clt-flex/">Analise Jurídica da CLT Flex</a></p>
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		<item>
		<title>CLT ou PJ ?</title>
		<link>http://arcanjo.org/clt-ou-pj/</link>
		<comments>http://arcanjo.org/clt-ou-pj/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2007 01:52:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Arcanjo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[clt]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma dúvida que muitos profissionais tem (ou terão mais cedo ou mais tarde) é quanto ao modelo de contratação, que diz respeito à forma que você será contratado pela empresa que prestará seus serviços. As duas formas mais comuns são a conhecida Carteira de Trabalho, também denominada CLT (Convenção das Leis Trabalhistas, ou &#8220;Carteira Assinada&#8221;), [...]<p><br/><br/><a href="http://arcanjo.org/clt-ou-pj/">CLT ou PJ ?</a></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img align="left" vspace="1" hspace="1" src="http://img290.imageshack.us/img290/3281/careerwg6.jpg" alt="Carreira" /> Uma dúvida que muitos profissionais tem (ou terão mais cedo ou mais tarde) é quanto ao modelo de contratação, que diz respeito à forma que você será contratado pela empresa que prestará seus serviços. As duas formas mais comuns são a conhecida Carteira de Trabalho, também denominada <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clt" title="CLT na Wikipédia">CLT</a> (Convenção das Leis Trabalhistas, ou &#8220;Carteira Assinada&#8221;), que &#8211; ainda &#8211; detém um grande percentual da forma de contratação no mercado de trabalho. Um outro modelo de contratação que vem sendo muito utilizado ultimamente, principalmente dentro do mercado de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_da_informa%C3%A7%C3%A3o" title="TI na Wikipédia">TI</a>, é o modelo PJ (Pessoa Jurídica). E o que viria a ser isto ?</p>
<p>No modelo de contratação PJ, você passa a ser um prestador de serviços para a empresa. Você é um funcionário da mesma, mas não com vínculo em carteira, e sim, com um contrato de prestação de serviços entre as duas empresas &#8211; sim, agora você é uma empresa, com CNPJ e tudo -, contratante (empregador) e contratado (empregado, você no caso).</p>
<p>Para participar deste modelo, você apenas precisa constituir uma empresa (sugiro informar-se com um contador para estar ciente dos custos e dos procedimentos legais) ou então conseguir todo mês uma nota com um amigo, pagando pela mesma. Eu, particularmente, sugiro que opte pela primeira opção, pois as vantagens são inúmeras, inclusive a de você tocar o negócio como uma empresa, literalmente, em um futuro próximo.</p>
<h2>Qual a principal vantagem desta forma de contratação para a empresa ?</h2>
<p>Com a atual legislação, o custo da empresa com o funcionário é o dobro do salário pago (até mais em alguns casos), o que torna, as vezes, inviável uma boa remuneração ao seu colaborador. Um funcionário que a empresa paga um salário de R$ 400,00 custa na verdade mais de R$ 800,00, dentre FGTS, INSS e outros encargos trabalhistas. Contratando um funcionário como PJ, a empresa pagaria um salário maior (não tendo muito gasto com impostos e encargos, a empresa repassa parte desta economia para o salário do funcionário/prestador de serviços) e se preocuparia apenas em receber deste no final do mês, referente aos serviços prestados e pagá-la no mês seguinte.</p>
<h2>E para o Funcionário ? Quais as vantagens ?</h2>
<p>No caso do funcionário, uma das principais vantagens é o salário, que na maioria das vezes é maior. Mas, não se iluda com este valor acima do praticado com a CLT. Você tem um salário maior, mas não terá férias (se tiver, em grande parte dos casos não serão remuneradas), não terá 13º nem seguro-desemprego e terá que investir você mesmo em seu INSS. Para você que achou que o tópico deveria ser de vantagens e não desvantagens, como PJ o funcionário tem total liberdade em sua carreira (fato este que pode ser uma faca de dois gumes): Liberdade de ter seu próprio plano de previdência (pública ou privada), liberdade de não precisar passar por toda aquele lenga-lenga de aviso-prévio, exames médicos e afins e liberdade de conseguir algo melhor hoje e amanhã poder estar em outra empresa. Claro que tudo é feito com bom senso e não aconselho ninguém a sair da empresa sem dar satisfações ao seu superior e negociar os melhores meios para sua saída com as portas abertas.</p>
<h2>Como calcular um salário para PJ ?</h2>
<p>Você foi sondado para trabalhar como PJ e não sabe quanto pedir, pois não tem um parâmetro, certo ? Segue aqui algumas dicas:</p>
<p>Como você não terá o Governo como pai, investindo em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inss" title="INSS na Wikipédia">INSS</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/FGTS" title="FGTS na Wikipédia">FGTS</a>, etc, você precisa embutir em sua pretensão salarial o valor dos impostos que irá recolher. Normalmente, os impostos são:</p>
<ul>
<li><strong>ISS</strong> &#8211; Imposto sobre serviço. Pago à prefeitura municipal. O valor varia entre cada cidade.</li>
<li><strong>SIMPLES</strong> &#8211; Em MG, uma micro-empresa com faturamento bruto anual de até R$ 277.980,00 pode se enquadrar no SIMPLES e paga 4,5% sobre o valor da nota emitida. Em outros estados não sei como funciona, sugiro ir até uma contabilidade para conhecer todos os detalhes. Se quiser saber detalhes sobre como funciona o SIMPLES, basta acessar este <a href="http://arcanjo.org/arquivos/simplesminas.pdf">arquivo</a>.</li>
<li><strong>Contabilidade</strong> &#8211; Por falar em contabilidade, este será mais um custo mensal que você terá.</li>
<li><strong>INSS</strong> &#8211; Como você não terá a empresa que fará o desconto no seu salário todo mês, você terá que calcular um percentual do seu salário para fins de INSS. Para saber melhor quais são as aliqüotas, veja o verbete <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inss" title="INSS na Wikipédia">INSS</a> na Wikipédia</li>
<li><strong>Notas Fiscais</strong> &#8211; Você terá um custo com a prefeitura para liberar a emissão das suas notas fiscais e com a gráfica para confecção das mesmas. Divida estes valores por 12 e chegará a um valor a ser embutido por mês.</li>
<li><strong>Férias e 13º</strong> &#8211; Como falado acima, você não terá férias remuneradas nem 13º. Assim como nas notas fiscais, divida os valores por 12 para chegar a um valor mensal e insira este valor na sua pretenção.</li>
<li><strong>Outros</strong> &#8211; Algum outro benefício que você por ventura queira adicionar, como previdência privada, ou algum outro custo adicional, como transporte.</li>
</ul>
<p>Você também pode usar esta <a href="http://arcanjo.org/arquivos/CLTvsEmpresa.xls">tabela</a>, para efeito de comparação.</p>
<p>Até 2006, apenas tinha experiência como CLT. Comecei a trabalhar este ano de 2007 como PJ. Ainda não tenho um parâmetro confiável para falar se esta forma de contratação é melhor que a anterior. Prometo, no decorrer do tempo, tentar colocar algo a mais sobre o assunto, para que possa ser pelo menos um caminho para quem quer escolher entre as duas formas de contratação.</p>
<p><code><strong>Update 1 (20/01/2007 - 00:08)</strong>: O Jorge Araujo (Juiz Titular da Vara do Trabalho de Lagoa Vermelha/RS) do blog <a href="http://direitoetrabalho.com/">Direito &#038; Trabalho</a> fez um <a href="http://direitoetrabalho.com/2007/01/o-trabalhador-pessoa-juridica/">excelente post</a> esclarecendo algumas dúvidas (inclusive minhas) dos comentários. Visita obrigatória para quem se interessa pelo assunto.</code></p>
<h2>Referencias Externas</h2>
<ul>
<li><a href="http://www.profissionaisdetecnologia.com.br/modules.php?name=News&#038;file=article&#038;sid=41" title="CLT x PJ - Quem perde é o profissional de TI">CLT x PJ &#8211; Quem perde é o profissional de TI. </a></li>
<li><a href="http://www.profissionaisdetecnologia.com.br/modules.php?name=News&#038;file=article&#038;sid=44" title="CLT x PJ - Quem perde é o profissional de TI - Parte I">CLT x PJ &#8211; Quem perde é o profissional de TI &#8211; Parte II</a></li>
<li><a href="http://www.1bit.com.br/content.1bit/weblog/pj_vs_clt" title="Trabalhando como PJ ou como CLT">Trabalhando como PJ ou como CLT</a></li>
<li><a href="http://direitoetrabalho.com/2007/01/o-trabalhador-pessoa-juridica/">O Trabalhador Pessoa Juridica</a></li>
</ul>

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