Por Rafael Arcanjo | Em 02.10.06 | Categorias: Tecnologia, Web
Oi Pessoas,
O Netvibes (assim como este humilde blog que recebe sua visita) também está de cara nova.
Ganhou recursos de busca de vÃdeo, opção de escolha de temas, várias configurações adicionais e uma melhor organização e performance.
Como não acessei ontem, hoje vi e logo pensei em fazer uma geral, mas vendo o blog do Diogo Azevedo, vi que ele já fez e com muita competência e bastante detalhamento, então segue a indicação para o post dele.
[tags] netvibes, cinnamon, feeds, rss [/tags]
Por Rafael Arcanjo | Em 30.09.06 | Categoria: Blog
Olá pessoas,
Como vocês já notaram, o blog tá de roupa nova, cara nova, tudo novo.
Acho que é só isto por enquanto, se eu lembrar de mais alguma coisa ou fizer mais alguma modificação (estou mexendo ainda) eu atualizo a lista ;-)
[tags] adsense, rss, tonus, utf-8, wordpress [/tags]
Por Rafael Arcanjo | Em 29.09.06 | Categoria: Pessoal
Olá Pessoas,
Queria postar estas informações a muito mais tempo, só que infelizmente não tive como fazer a pesquisa antes.
Foi uma rápida busca no Google para que eu pudesse tirar algumas dúvidas sobre votos brancos, nulos, abstenções e coeficiente eleitoral. Creio que possa ser de interesse de mais alguém e compartilho com vocês.
Algumas notÃcias são de 2002, como no caso do PRONA e as vagas para a bancada em São Paulo, mas o conceito é o mesmo.
Para complementar as informações abaixo, vejam este vÃdeo:
A, e a leitura deste artigo é mais que recomendada: Não seja imbecil, vote consciente do mestre Inagaki.
Votos brancos
Os votos brancos não são votos válidos, são excluÃdos de qualquer cálculo desde 1997. Não são acrescentados a nenhum candidato. São simplesmente excluÃdos para determinação de quem vence, em caso de eleição majoritária (presidente, governador, senador e prefeito) e também são excluÃdos para cálculo do quociente eleitoral e determinação de quais partidos farão eleitos nas eleições proporcionais (deputados federais e estaduais e vereadores).
Fonte: Voto Consciente
Votos Transferidos
Outra bobagem é a idéia de que o voto ‘em branco’ seja uma espécie de ‘voto no primeiro colocado’; alegam que esse tipo de voto seria imediatamente transferido para o candidato com maior número de votos.
Não há nada na Lei que dê subsÃdio à assertiva.
Na verdade, como já demonstrado, quanto maior o número de votos brancos e nulos, menor o universo dos votos válidos. Um candidato com 49% pode ser beneficiado logo no primeiro turno por isso.
Não é uma ‘transferência direta de votos’, mas um benefÃcio matemático em razão da diminuição do percentual dos votos válidos.
No segundo turno, por exemplo, os votos brancos e nulos não fazem a menor diferença. Não influem para qualquer dos dois candidatos. Apenas diminuem o percentual dos válidos, mas sempre ganhará aquele que tiver mais votos.
Isso nunca muda. Ainda bem.
Fonte: Imprensa Marrom
Os votos em branco e os nulos não contam para a contagem dos votos válidos. Até 1997, os em branco ainda eram contados para efeito de determinação do Quociente Eleitoral nas eleições proporcionais. Desde então, a Lei 9.504 de 30/09/1997 revogou o parágrafo anterior;
Fonte: MÃdia sem Máscara
Eleições majoritárias (Presidente, Governadores e Prefeitos):
Será eleito o candidato que obtiver maioria absoluta dos votos válidos, excetuando-se os brancos e nulos. Caso nenhum alcance este número, realiza-se um segundo turno com os dois mais votados, sendo eleito o que tiver maior número de votos válidos deste turno. NOTA: não há possibilidade de anulação pois, se no segundo turno, num universo de 5 milhões de eleitores o candidato A obtiver 10 votos e o B 09, estará eleito o A, sem apelação, independente da enxurrada de votos nulos e brancos! Em caso de empate, o mais velho.
Exemplo mais radical ainda: se 99,99% dos votos forem nulos e o candidato A votar em si mesmo, sem nenhum voto em outros candidatos, ele estará eleito sem apelação;
Fácil é notar que inexiste qualquer menção a porcentagens, a novos candidatos. Ocorrendo necessidade de nova eleição, concorrem os mesmos candidatos, também para vereador. O voto em branco é gêmeo-siamês do nulo, eis que ambos reduzem o número de votos válidos!
Nada, também, diz que o voto nulo é uma declaração de posição. O voto nulo é interpretado pela Lei como erro do eleitor, jamais como protesto!
Um pequeno esclarecimento. O voto em branco não é acrescentado aos votos do mais votado, outra lenda! Não é considerado válido!
Um exemplo:
http://www.estado.estadao.com.br/editorias/2002/10/09/pol060.html
Notem o detalhamento:
Válidos: 19.579.299
Brancos: 891.312
Nulos: 1.064.907
Total: 21.535.518
Abstenções: 4.094.561 (16%)
Portanto, ninguém recebe os votos em branco. São uma forma de discordar das opções apresentadas.
Afinal de contas as eleições são ou não canceladas se houver mais de 50% de votos nulos? A resposta definitiva é: Não! Votos nulos não anulam uma eleição. Nem mesmo se 99,99% dos eleitores anularem seus votos, será eleito o mais votado pelos restantes 0,01%!
Fonte: Midia sem Máscara
O perigo dos votos brancos, nulos e abstenção
Precisamos continuar a campanha nacional contra o voto branco, nulo ou a abstenção. Parece um contra-senso, falar que todos temos que votar, mesmo que seja em um candidato que não tem chance de se eleger. Mas é assim que nós, eleitores, temos que agir nas próximas eleições.
E mais: se tivermos condições de convencer alguém, não deixar que a pessoa dê seu voto inválido.
A lógica é simples: o coeficiente eleitoral, tem a ver com o número de votos válidos. Assim, quanto mais abstenção, votos nulos ou brancos forem colhidos, ou seja, quanto mais votos inválidos existirem, mais fácil e mais barato fica para que os senhores deputados se elejam.
Se com um coeficiente eleitoral alto, esse pessoal já compra votos, imagine, com um coeficiente eleitoral baixo? Aà será a sopa no mel.
Por isso, eleitores, uni-vos, porque os polÃticos já estão unidos, esperando um grande número de votos inválidos.
Fonte: PT nunca mais
Coeficiente eleitoral explica bancada do Prona
São Paulo – Quem olha os números da eleição tem a impressão de que quem ganha, não leva. O ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta (PSL), é um exemplo. Ele recebeu 83.415 votos para deputado federal (99,20% apurados) e não foi eleito. Já Vanderlei Assis de Souza (Prona), com 274 votos, já garantiu o posto de parlamentar pelos próximos quatro anos. Isso acontece por causa do cálculo imposto pela legislação eleitoral para distribuição de cadeiras na Câmara e Assembléias estaduais, de acordo com o critério de representação proporcional, onde as vagas do Legislativo são distribuÃdas inicialmente entre os partidos e, só então, entre os candidatos.
O cálculo não é nada simples. Inicialmente é preciso saber o número de votos válidos. Para isso, desconta-se, do número de pessoas que compareceram à eleição, os votos brancos e nulos. O número de votos válidos deve, então, ser dividido pelo de cadeiras que estão sendo disputadas. Os candidatos paulistas concorrem a 70. Esse resultado é o chamado “quociente eleitoralâ€.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) divulgou um quociente projetado, para a Câmara, de 277.792,82. A conta não acaba aÃ. Esse número deve ser dividido pelo número de votos recebidos pelo partido ou coligação (incluem-se aà votos pessoais e na legenda). O Prona, por exemplo, teve 1.619.818 de votos (99% apurados). O partido de Enéas Carneiro, que recebeu só ele, 1,558 milhão, fica então com 5,8 cadeiras.
O artigo 107 do Código Eleitoral determina que a fração deve ser desprezada, seja ela qual for. Assim, o Prona já garante 5 deputados. O mesmo cálculo com os votos do PSL de Pitta resulta em 0,3, ou seja, nada.
Esse cálculo deve ser realizado com os números de todos os partidos. Se a soma dos resultados não alcançar o número de cadeiras disputadas no Legislativo, mais contas terão de ser feitas para distribuição das sobras. O número de votos dos partidos será, então, dividido pelo número de cadeiras conquistadas mais um.
O resultado é outro número alto. O que tiver o maior deles ganha uma cadeira. Assim, o Prona (o resultado do cálculo no partido é 269.969,66) ganha o sexto lugar na Câmara e elege Vanderlei Assis de Souza, seu pior candidato em número de votos. Esse último cálculo deve ser repetido até que todas as vagas sejam preenchidas. O partido que já ficar com uma das sobras continua na briga das contas, mas com poucas chances. O número de votos passa a ser dividido pelo número de cadeiras, incluindo a última das sobras, mais um.
Fábio Diama
Fonte: Desabafos
Por Rafael Arcanjo | Em 21.09.06 | Categorias: Humor, MCDA, Textos
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.
Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas:
– uma grande de 400 réis e
– outra menor, de 2000 réis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
– Eu sei, respondeu o não tão tolo assim. Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.â€
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
A segunda:Quais eram os verdadeiros babacas da história?
Terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante é :
A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, o que realmente somos.
“O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligenteâ€
Créditos: Retirado do Parlendatech.
Por Rafael Arcanjo | Em 20.09.06 | Categorias: Softwares, Tecnologia, Windows
Esta semana, no meu serviço, tive a necessidade de transformar um CD em uma imagem. ISO, NRG, BIN, tanto faz. Eu só precisava converter ele em imagem para depois poder gravar em um novo CD.
Por motivo de licença, não pude usar o Nero, que, dentre outras mil coisas, também faz isto. Seria também um canhão para matar passarinho instalar ele apenas para isto. Utilizo o CdBurnerXP, que até este dia me atendeu perfeitamente, só que ele não faz esta tarefa (pelo menos eu não achei).
Lá vai então eu ao oráculo procurar algum software for Windows que faça isto de forma simples e gratuita. E achei (Santo Google).
O dito cujo é o LC ISO Creator. Um software da LucerSoft que faz apenas isto, converter o seu CD (não testei com DVD) para uma imagem ISO. E faz MUITO BEM!
Simples, pequeno (14KB) e eficiente. Assim que eu gosto :D
Obs: A Lucersoft disponibiliza alguns outros freeware’s. Visite a página, talves algum lhe ajude em algo :)